MPT-RJ participa da cerimônia de instalação do Fórum Estadual da Aprendizagem Profissional do Estado do Rio de Janeiro
Nesta quarta-feira (07/10), o Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) participou da cerimônia de instalação do Fórum Estadual da Aprendizagem Profissional do Estado do Rio de Janeiro (FEAP-RJ). O evento, realizado no Teatro Raymundo de Magalhães Júnior, da Academia Brasileira de Letras (ABL), contou com a presença da procuradora do Trabalho, Dulce Martini Torzecki, que integrou a mesa de abertura.
Instituído oficialmente pela Portaria SRTE-RJ/MTE nº 1.658/2026, publicada em setembro de 2026, o Fórum reúne instituições públicas, entidades formadoras, empregadores, trabalhadores e organizações da sociedade civil, com o objetivo de promover o fortalecimento da política pública de aprendizagem profissional no Estado. O MPT-RJ faz parte do colegiado do FEAP-RJ, representado pelas procuradoras Dulce Martini Torzecki, como titular, e Danielle Cramer, como suplente.
Em sua fala, a procuradora Dulce destacou a importância da articulação entre as instituições para o fortalecimento da aprendizagem profissional. “Cada vez mais aprendemos que uma sociedade democrática se constrói pelo diálogo. Na aprendizagem profissional, isso é ainda mais decisivo. Estamos falando de uma política que une educação e trabalho, que abre portas para jovens que, muitas vezes, não teriam outra chance de ingressar no mercado de forma digna e protegida.”
Também ressaltou o papel do Fórum como espaço de construção coletiva. “O Fórum é, portanto, um espaço de aprimoramento permanente da matéria. É aqui que a teoria encontra a prática, que as dificuldades concretas ganham voz e que boas iniciativas se multiplicam.”
Dulce ainda defendeu a ampliação do acesso à aprendizagem profissional para jovens em situação de vulnerabilidade e destacou a atuação da Comissão Interinstitucional do Estado do Rio de Janeiro para a Aprendizagem. “É dever do Estado e da sociedade garantir o direito constitucional do jovem à profissionalização. Para isso, precisamos superar obstáculos como a resistência de algumas empresas em cumprir a cota, de modo a priorizar a contratação do público socialmente vulnerável.”
