
Feriado na cidade de Niterói - 22/11/2017 (2)
Não haverá expediente interno nem atendimento ao público na Procuradoria do Trabalho no Município de Niterói, no dia 22 de novembro de 2017, em razão do aniversário da cidade (Dia de Arariboia).
PTM de Niterói tem o expediente e o atendimento ao público suspenso a partir das 14h no dia 24 de fevereiro de 2017
A suspensão se dará no dia 24 de fevereiro de 2017, a partir das 14 horas, por conta dos eventuais transtornos decorrentes da dificuldade de locomoção de partes, advogados, servidores e membros, ocasionados pela interdição de ruas nas proximidades para desfiles de escolas de samba e blocos carnavalescos.
Clique aqui para conferir a portaria 96/2017, expedida pelo procurador-chefe do MPT-RJ.
Expediente do MPT em Niterói será suspenso no dia 24 de junho
A suspensão se deve ao feriado em comemoração ao dia do padroeiro da cidade
Não haverá expediente na próxima sexta-feira (24/6), na Procuradoria do Trabalho no Município de Niterói, por conta do feriado do Dia de São João, padroeiro da cidade. O feriado está previsto na Deliberação Municipal nº 1903, de 13/11/53.
MPT em Niterói realizará audiência para discutir situação de operários da Comperj
O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Niterói (RJ), vai realizar, na próxima quarta-feira (14/1), audiência com a Alumini Engenharia e os sindicatos dos operários que trabalharam na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) para tentar solucionar o pagamento de verbas rescisórias e férias devidas a 469 empregados dispensados, além de funcionários na ativa. O descumprimento, por parte da Alumini, do pagamento da última parcela relativa ao acordo trabalhista firmado com o Ministério Público do Trabalho em Niterói, vem gerando protestos dos trabalhadores.
MPT em Niterói realizará audiência para discutir situação de operários da Comperj
O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Niterói (RJ), vai realizar, na próxima quarta-feira (14/1), audiência com a Alumini Engenharia e os sindicatos dos operários que trabalharam na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) para tentar solucionar o pagamento de verbas rescisórias e férias devidas a 469 empregados dispensados, além de funcionários na ativa. O descumprimento, por parte da Alumini, do pagamento da última parcela relativa ao acordo trabalhista firmado com o Ministério Público do Trabalho em Niterói, vem gerando protestos dos trabalhadores.
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